“A Herdade”, co-argumento de Rui Cardoso Martins com o realizador Tiago Guedes e a crítica do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa: “mais do que muito bom”

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O filme “A Herdade”, não podia ter melhor crítica: o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa disse que é “mais do que muito bom”. Este filme é a melhor representação atual de Portugal no estrangeiro e a sua crítica é “politicamente correta”.
Da informação online parece-me que não existiu um filme português com simultaneamente estes 4 records:
1. Primeiro filme português a ganhar o prémio Bisato d’Oro no prestigiado festival de Veneza;
2. O filme português mais aplaudido na história do mais antigo e dos mais prestigiados festivais de cinema internacionais.
3. Êxito de bilheteira e crítica positiva de quem viu;
4. Melhores críticas internacionais.
Dos filmes portugueses com mais prémios internacionais só recordo Manuel Oliveira. Mas de meu conhecimento, nenhum conseguiu o êxito de bilheteira e críticas tão positivas não só de personagens importantes como o Presidente da República e críticos internacionais de cinema ao mais alto nível, mas também desse povo que não deu críticas positivas a Manuel de Oliveira. Os filmes de Manuel Oliveira tiveram muitos prémios internacionais, mas não recordo nenhum tão popular em Portugal.
O filme “A Herdade” é um filme português politicamente significativo: uma família latifundiária ao estilo medieval antes do 25 de Abril enfrenta as mudanças políticas, combate-as, como as lutas políticas que eu presenciei. Eu era estudante nessa altura e pensei escrever um livro sobre psicologia do capitalismo, comunismo e anarquia, com base nos meus estudos e na evolução de Portugal após o 25 de abril de 1974. Já publiquei muito online não só sobre psicologia, mas também ética, deontologia e filosofia da evolução do comunismo, capitalismo e anarquia desde Karl Marx a hoje. Ao contrário dos mais populistas autores que tomam partido de um lado ou do outro, eu procuro ser imparcial quanto possível na avaliação do melhor e pior do capitalismo, comunismo e anarquia. A anarquia, como movimento político, nunca venceu em nenhum país. Mas uma certa anarquia existe em todos os países de 4 continentes que conheci. Mesmo os mais “honestos” e “politicamente corretos” da DDR, (não diga RDA para a parte da Alemanha comunista), cometiam certas ilegalidades, toleradas na vida privada da maioria, mas inconfessáveis se fossem do domínio público: viam em privado os programas das televisões da BRD, (parte da Alemanha capitalista entre 1945 e 1989), roubavam do que era público e usavam influências da posição política para favorecer familiares, amigos e troca de influências. Toda a informação capitalista era proibida na Alemanha comunista e em todos os regimes comunistas que conheci. Em Itália parece que só alguns magistrados não sabiam dos financiamentos ilegais de todos os partidos, de certos sectores da economia que pagavam menos de 10% dos impostos, que quase todos pagavam “luvas”, “tangenti” em muitos serviços da função pública, que 100% dos empresários de certas regiões pagavam o “piso” para a proteção das máfias locais.
Já publiquei muito online sobre o melhor e pior do comunismo, capitalismo e anarquia que conheci depois do 25 de Abril de 1974. Tenciono publicar um eBook que possa dar um filme com a minha experiência em 4 continentes onde trabalhei. Trabalhei mais nos regimes capitalistas, mas também em alguns países comunistas: Hungria, DDR, (RDA, Alemanha comunista), e ex-Checoslováquia. Cresci com a experiência de meus pais agricultores proprietários de terrenos que se desvalorizaram a ponto de o trabalho na agricultura, mesmo nos próprios terrenos, ser o mais mal pago de Portugal. Escutei meu pai dizer que se pagasse a quem fizesse o seu trabalho e vendesse os produtos que colhia não dava para as despesas. Em 4 semanas nas férias dos meus estudos a trabalhar na fábrica de carros Opel na Alemanha ganhei mais de meu pai num ano a trabalhar quase como Berlusconi: cerca de 18 horas por dia.
Vi as greves dos que ganhavam mais, (pilotos, bancários, …), para passarem a ganhar ainda mais e os pobres agricultores, mesmo proprietários de terrenos, ficarem cada vez mais pobres. Vi quintas que alimentavam várias famílias com dezenas de pessoas e que agora alimentam um rebanho, o seu pastor e dão um rendimento ao proprietário de €500 por ano que não chega para as despesas. Só a manutenção obrigatória para evitar fogos custa mais de €1.000. Se não fizer essa manutenção tem processos dos vizinhos que temem as consequências de um fogo e pode ser condenado a pagar mais de €10.000.
Na escola em que estudei uma professora tinha mais de 20 alunos, da primeira à quarta classe. Hoje existe nessa aldeia só uma criança em idade escolar, frequentando uma escola da vizinhança, transportada em autocarro que recolhe crianças de várias aldeias. Parece uma aldeia fantasma de reformados, casas abandonadas, terrenos por cultivar, enquanto milhões de crianças morrem de fome e os pais morrem nos mares entre África e Europa, tentando fugir às guerras e miséria.
Na quinta dos meus pais existem casas construídas com o dinheiro de Hitler pago aos meus avós pelos minérios para as suas armas, para invadir a Polónia, França, Checoslováquia, Áustria, Rússia, África e talvez China, quando estava aliado com Japão… Imagino que meus avós não sabiam quem era Hitler, muito menos que o dinheiro que recebiam pelos minerais das suas terras serviam para os crimes de Hitler contra a humanidade.
Os meus avós não fizeram viagem de núpcias, dormiram a primeira noite de casados numa cama de palha na loja das vacas. Eram pobres, trabalharam e economizaram muito para comprarem as terras que só por causa das guerras de Hitler se tornaram dos mais ricos da região e construíram casas que hoje mereciam ser mantidas e transformadas em patrimónios da humanidade com uma lição para o futuro:
nunca mais guerras, nunca mais ética do pior de “MHG=Machiavelli-Hitler-Grillo”, ou “MHT=Machiavelli-Hitler-Trump”, “MHGT=Machiavelli-Hitler-Grillo-Tump”: para Machiavelli, (não diga Maquiavel), o bem do povo do principado de Firenze, (não diga Florença), justificava os piores crimes contra os outros, os que não estavam sob a jurisdição do seu amando príncipe; para Hitler o bem do povo alemão, “raça superior” que deveria governar as “raças inferiores”, justificava todos os crimes contra judeus ou contra a humanidade; para Beppe Grillo, o bem do seu povo, povo de Génova e Vale de Susa, dos seus leitores, dos seus expectadores que lhe permitem ganhar mais de 4 milhões de euros por ano em comícios a dizer que os políticos devem ganhar menos, como ele que não ganha com a política mas se serve da política para ganhar mais nos seus espetáculos, livros, produtos digitais e blog, pouco lhe interessa se o tempo e dinheiro dos contribuintes serve os seus interesses que nem sempre coincidem com a minha ética, deontologia e bom senso de justiça para um mundo global melhor para todos; para Trump, o bem do povo americano conta mais do bem universal. Venceu as eleições com o slogan “América first”, América primeiro, semelhante ao de Hitler: “Deutschland über alles”, Alemanha acima de tudo ou todos. Num momento em que todo o mundo tende a globalizar-se, Alemanha celebra os 30 anos da queda do muro de Berlim, Angela Merkel fala mais de solidariedade com os mais necessitados do mundo do que a ideologia de Hitler ou Grillo, Trump venceu as eleições americanas com a promessa de contruir uma espécie de “muralha da China” contra os mais pobres mexicanos que querem invadir USA para apanharem as migalhas dos ricos americanos. Todos aplicam a pior ética de Machiavelli: o bem dos “seus”, dos “nossos”, justifica o mal ou qualquer crime contra os “outros”. Com o meu blog “neo-machiavelli”, outros blogs e eBooks em italiano promovo o que eu chamo: “NéO=Novo, (em contínua evolução), ético, (com ética, moralidade, honestidade, deontologia e bom senso de justiça global)”. Alguns “crimes” ou “ilegalidades” justificam-se com a prioridade ao bem de muitos. Para mi é evidente que até a pena de morte se justifica quando a morte de um criminoso inconvertível pode contribuir a salvar 10, 100, 1.000 ou 10.000 inocentes. Não concordo sempre nem discordo sempre de Machiavelli, Hitler, Grillo, Trump ou outros populistas de ética local, com falta de ética, moralidade, deontologia, honestidade e bom senso de justiça para um mundo melhor.
Os filmes, arte, cultura e certos divertimentos contribuem a desenvolver a criatividade e inteligência coletiva para melhor adaptação ao presente e invenção de um mundo melhor. Não conheço milionários atuais com o resultado da agricultura e dos terrenos como noutros tempos, mas com as novas tecnologias, ou escrevendo livros populares que originam filmes como a escritora britânica de ficção J. K. Rowling, autora de Harry Potter, a segunda pessoa mais rica de Inglaterra, depois da rainha.
Espero que “A Herdade” seja o primeiro filme de uma “NéO-saga” de “NHP=NéO-Harry Potter” à portuguesa. Terei muito gosto em colaborar, mostrar os terrenos por cultivar, as casas a caírem abandonadas, enquanto os políticos financiaram e financiam com o dinheiro de todos, alojamentos para refugiados políticos, com terroristas e criminosos à mistura. Imagino que a reparação e manutenção dessas casas poderia ser mais económica da construção de novas. Imagino que se os refugiados trabalhassem nessa agricultura como meus pais e avós, seria melhor para eles e para a sociedade futura do que mantidos na ociosidade, pai e mãe de todos os vícios. Imagino que se os criminosos fossem condenados a trabalhar como Berlusconi ou como os meus pais e avós, seria mais justo e mais educativo do que serem condenados à ociosidade nas “prisões mais civis do mundo”, com TV a pagamento que eu não podia ter. Um ministro da justiça italiana do governo mais “sinistro” de “sinistra”, da esquerda de Prodi em oposição a Berlusconi deu aos prisioneiros a TV a pagamento, com o meu dinheiro e de milhões de italianos que não tínhamos tempo ou dinheiro para esses programas com os melhores jogos e os melhores filmes. No último discurso de Prodi, tentando salvar-se da queda para dar lugar ao governo de Berlusconi, salientou o papel de Itália em primeiro lugar mundial contra a pena de morte. Se os dados publicados de que dispunha nesse tempo em Itália não estavam muito errados, manter um perigoso criminoso numa prisão de alta segurança custava aos contribuintes americanos cerca de um milhão de dólares, muito mais se contassem todas as despesas com tribunais e segurança. Nos outros países não custam tanto, fogem das prisões mais de uma vez usando os mesmos truques. Um famoso mafioso fugiu duas vezes das prisões italianas com o mesmo truque: o advogado apresentava o requerimento para ser tratado numa determinada clínica especial donde saía pela segunda vez sem deixar rasto. Outro apresentou-se como falso paralítico, numa cadeira de rodas, mas fugiu. Quantas crianças a morrer de fome se salvavam com a morte de um perigoso criminoso incorrigível e inconvertível se esse milhão de dólares que custa à sociedade fosse investido na agricultura e cultivo dessas terras abandonadas como as de meus pais, avós e milhões de outras idênticas não só em Portugal?
Nunca tive tanta vontade de ver um filme como neste momento estou ansioso por ver “A Herdade”. Se fizesse uma crítica positiva seria suspeito: é do conhecimento público a minha amizade com o argumentista Rui Cardoso Martins e a minha colaboração no seu livro “Deixem Passar o Homem invisível”. Sendo Rui Cardoso Martins co-argumentista deste filme, a minha crítica seria suspeita. Sem ver o filme “A Herdade”, limito-me a reproduzir o melhor que encontrei online:
De 1 740 resultados Bing selecionei:
A Herdade – Cinecartaz: “A Herdade teve a sua estreia mundial na competição oficial do 76.º Festival de Veneza, onde o realizador Tiago Guedes (“Coisa Ruim”, “Entre os Dedos”, “Tristeza e Alegria na Vida das Girafas”) foi distinguido com o Prémio Bisato d’Oro da crítica independente para Melhor Realização. Também está representado no Festival de Toronto, onde é o primeiro filme português seleccionado para a secção Special Presentations. … João Fernandes (Albano Jerónimo) é o patriarca de uma abastada família tradicional portuguesa. A herdade de que é proprietário situa-se na margem sul do Tejo e é um dos maiores latifúndios da Europa. A vida dele, assim como o local onde sempre viveu, é um espelho de Portugal. Percorrer a história de João, desde os princípios da década de 1940 até à actualidade, é contextualizar a vida social, política e financeira de um país inteiro. https://cinecartaz.publico.pt/Filme/396457_a-herdade.
‘A Herdade’: um filme de Portugal para o mundo … Em Veneza ganhou o Prémio Bisato d’Oro para Melhor Realização e isso fez com que o filme recebesse críticas positivas – e consequentemente visibilidade -, um pouco por todos os meios de comunicação especialistas na indústria: The Hollywood Reporter, Variety, Screen International, CineVue, Quelle Movies, etc. … Esta vitória teve direito a um texto de congratulação no site da Presidência da república onde se pode ler: “Épico intimista, entre o melodrama e o imaginário do western tardio, filme em diálogo com algum cinema clássico e moderno, nomeadamente o italiano, A Herdade é uma história do Portugal contemporâneo contada a partir das vicissitudes de uma família de proprietários rurais do sul do país”, afirmou o Presidente na mensagem de felicitações… A Herdade se torna o filme escolhido pelos membros da Academia Portuguesa de Cinema (APC) como representante de Portugal nos Óscares 2020, na categoria Melhor Filme Internacional e nos Prémios Goya, na categoria de melhor Filme Ibero-Americano… é o grande vencedor no meio de tudo isto e esse… somos todos nós – o público! https://shifter.sapo.pt/2019/09/a-herdade-filme.
Rui Cardoso Martins – Wikipédia, a enciclopédia livre … é um escritor, jornalista e argumentista português com dois Grandes Prémios da Associação Portuguesa de Escritores. Foi repórter e cronista no Público, e foi um dos fundadores das Produções Fictícias, sendo um dos autores do programa “Contra Informação”, da RTP 1. Para o cinema, escreveu (em co-autoria) o argumento original da longa-metragem “A Herdade”, … Escreveu também o guião de “Zona J” e (em parceria) o da longa-metragem “Duas Mulheres”, além de “Em Câmara Lenta”, o último filme de Fernando Lopes.
O seu primeiro livro, “E Se Eu Gostasse Muito de Morrer”, de 2006, fez várias edições em Portugal, tendo sido publicado em Espanha, Hungria. A edição russa e colombiana estão em preparação. O seu segundo livro, “Deixem passar o homem invisível”, foi premiado com o Grande Prémio de Romance e Novela, da Associação Portuguesa de Escritores/Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.[1] Rui Cardoso Martins escreveu (também) os romances … Se Fosse Fácil Era Para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta. (2014)…  Repórter na fundação do Público (cerco de Sarajevo, eleições na África do Sul, etc.) e cronista com dois prémios Gazeta por Levante-se o Réu e vencedor do Grande Prémio de Crónica da APE 2016 para Crónica e Dispersos Literários (ed.Tinta-da-china)… contos publicados em diversas revistas literárias nacionais e internacionais (Massachussetts Review nº 60, Spring 2019, USA; Lettres Littéraires, Budapest, Granta Portugal, Revista Ficções, etc.) … cronista nas manhãs de quarta-feira na Antena 1, na rubrica O Fio da Meada… co-criador e autor dos históricos programas de humor Contra-Informação, Herman Enciclopédia, Conversa da Treta, e das comédias de teatro O Filho da Treta, Casal da Treta, Zé Manel Taxista… Argumentista de Zona J , co-autor de Duas Mulheres e do último filme de Fernando Lopes, Em Câmara Lenta. Co-autor do argumento original da série policial Sul, (criada por Edgar Medina e Guilherme Mendonça, realizada por Ivo M. Ferreira) … Co-criador da série em preparação Causa Própria (baseada em história original e crónicas Levante-se o Réu). Co-autor da série televisiva e longa-metragem em preparação Linha de Água, de João Canijo. Autor das peças Divisão B, Duas Estrelas e Apanha-Bolas… António e Maria, com base na obra de António Lobo Antunes. Em processo de escrita de “Última Hora”, peça para o Teatro Nacional D. Maria II, e do seu quinto romance, As Melhoras da Morte… traduções em várias línguas. É professor convidado da cadeira de Arte da Crónica do Departamento de Línguas e Literaturas Modernas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH). https://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Cardoso_Martins.
Equipa | A HERDADE um filme de Tiago Guedes – Nos cinemas … Realização: Tiago Guedes, Argumento: Rui Cardoso Martinse Tiago Guedes com a colaboração de Gilles Taurand, Direcção de Fotografia: João Lança Morais, Montagem: Roberto Perpignani, Direcção de Arte: Isabel BrancoSom: Francisco Veloso, Elsa Ferreirae Pedro Góis, Guarda-roupa: Isabel Branco, Inês Mata, Assistentes de Realização: Paulo Mil Homens, António Pinhão Botelho e Ana Mariz, … apoio ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual, Fundo de Apoio ao Turismo e Cinema e RTP – Rádio e Televisão de Portugal, … direcção de arte ISABEL BRANCO … http://www.aherdade-filme.com/_pt/equipa.html.
Filme “A Herdade” estreia-se hoje em mais de 70 salas … ficção sobre uma família portuguesa ao longo do século XX, entre a ditadura e a democracia, … é o candidato de Portugal a uma nomeação para os Óscares (EUA) e para os Goya (Espanha). https://radiocomercial.iol.pt/…/filme-a-herdade-estreia-se-hoje-em-mais-de-70-salas.
Filme português “A Herdade” entre os concorrentes aos … Heranças que recebemos … egoismo …  Família … política … toca a todos … Pela primeira vez na história destes galardões, o prémio irá chamar-se Melhor Filme Internacional, e não Melhor Filme de Língua Estrangeira, depois de os membros da academia terem aprovado, este ano, a mudança de nome. … O filme português “A Herdade”, de Tiago Guedes, está na lista das 93 películas anunciadas na segunda-feira à noite pela Academia de Hollywood para concorrer ao Óscar de Melhor Filme Internacional na 92.ª edição dos prémios mais importantes do cinema. … Marcelo Rebelo de Sousa: Prestigiante para Portugal …  https://selfie.iol.pt/cinema/portugal/filme-portugues-a-herdade-concorrentes-aos-oscares.
Filme “A Herdade” estreia-se hoje em mais de 70 salas … O filme deu já origem a uma minissérie de três episódios, coproduzida pela RTP, que será exibida no final de 2020 pelo canal ARTE France. https://www.msn.com/pt-pt/news/sociedade/filme-a-herdade-estreia-se…
Filme “A Herdade” estreia-se hoje em mais de 70 salas https://www.rtp.pt/noticias/cultura/filme-a-herdade-estreia-se-hoje-em-mais-de-70… O filme “A Herdade”, de Tiago Guedes, ficção sobre uma família portuguesa ao longo do século XX, entre a ditadura e a democracia, estreia-se hoje em mais de 70 salas de cinema. … 2.
Resultados selecionados de 4 100 de Google para: “filme “A Herdade”, Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa:
Presidente Marcelo Rebelo de Sousa: “A Herdade” é mais do … O Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, que … filmes muito bons, este [A Herdade] é mais do que muito bom…. https://leopardofilmes.com › noticias › presidente-marcelo-rebelo-de-sousa…”A Herdade” a caminho dos 70 mil espectadores  https://leopardofilmes.com/noticias/a-herdade-a-caminho-dos-70-mil-espectadores.
A Herdade, … marca ainda presença nos seguintes festivais: 34º Mostra deValència- Göteborg Film Festival 2020, Dublin Film Festival 2020, 25th Vilnius International Film Festival Kino Pavasaris, 41st Cairo International Film Festival, Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, https://leopardofilmes.com/noticias/a-herdade-soma-e-segue.   Depois da sessão oficial do filme “A Herdade” no Festival de Veneza, com uma standing ovation que durou largos minutos, a imprensa internacional começa a divulgar as primeiras impressões: «Um épico candidato ao Leão de Ouro … o declínio de uma dinastia portuguesa liderada por homens. […] A interpretação concentrada de [Albano] Jerónimo brilha entre a arrogância de [Marlon] Brando e a contenção brutal de Alain Delon. […] é uma revelação.» … Der Spiegel: «Correndo profunda e lentamente como o rio Tejo […] “A Herdade” de Tiago Guedes é uma saga familiar portuguesa com quase três horas de duração que se constrói a partir de picos dramáticos e de um notável retrato de um patriarcado feudal a ser devorado pelas circunstâncias que o rodeiam. […] cresce em autoridade e poder, graças à presença magnética de Albano Jerónimo como um belo mas desdenhoso proprietário, com um complexo de superioridade mas profundamente ligado à sua terra. […] É precisamente o mito do macho dominante que o filme gradualmente desconstrói. E fá-lo também graças a outra impressionante interpretação, a de Sandra Faleiro, Leonor, a esposa de João. […] A realização de Tiago Guedes é comedida e controlada durante todo o filme, e as contribuições técnicas são impressionantes, desde a montagem rítmica e lenta de Roberto Perpignani, até aos figurinos e ao desenho de luz.» https://leopardofilmes.com/noticias/primeiras-reaccoes-da-imprensa-internacional-ao-filme-a-herdade-em-veneza.
Notícias | A HERDADE um filme de Tiago Guedes – Nos … chega aos 50 mil espectadores … Presidente Marcelo Rebelo de Sousa: “A Herdade” é mais do que muito bom… https://www.aherdade-filme.com › noticias. …A Herdade, de Tiago Guedes O Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, que acompanhou a … “A Herdade”. Presidente da República fala sobre o filme de … Antes, durante e depois da Revolução de 1974 … Ligação à terra … https://vimeo.com/361317113.
Seculo XX português … https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-herdade-presidente-da-republica-fala-sobre-o-filme-de-tiago-guedes-em-exclusivo-para-a-rtp_v1173760
‘A Herdade’ de Tiago Guedes chega às salas de cinema esta … A Herdade se destaca, uma vez mais, no panorama internacional, desta vez na 4ª edição do International Film Festival and Awards – Macau https://leopardofilmes.com/noticias/a-herdade-em-destaque-no-festival-de-macau.  … https://www.cmjornal.pt › cultura › a-herdade-de-tiago-guedes-chega-as-sa…
Prémio Bisato d’Oro da crítica distingue “A Herdade” de Tiago … Trata-se de um prémio paralelo aos galardões oficiais do festival de Veneza, atribuído por um júri independente presidido por Paolo De Cesare, distinto igualmente dos prémios da Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci). O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já felicitou o realizador português Tiago Guedes.“Épico intimista, entre o melodrama e o imaginário do ‘western’ tardio, … https://observador.pt/2019/09/07/premio-bisato-doro-da-critica-distingue-a-herdade-de-tiago-guedes-em-veneza/
Bem-vindo à página oficial da Presidência da República … http://www.presidencia.pt › …
Personalidades aplaudem sucesso do cinema português … Marcelo Rebelo de Sousa, e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, assistiram à antestreia do filme “A Herdade”. … “A minha expectativa é elevadíssima. Tudo o que signifique projeção internacional do cinema português é muito importante e prestigiante para o país”, revelou Marcelo Rebelo de Sousa momentos antes de assistir à antestreia do filme, no Cinema Monumental, em Lisboa…  Sandra Faleiro não poderia estar mais feliz por ser uma das protagonistas desta história que retrata a vida de uma família ao longo de várias décadas. “Nunca sabemos o que acontece quando começamos um projeto. Por isso nunca me passou pela cabeça que o filme tivesse este alcance. Mas percebi que era especial quando vi a primeira projeção. Aí fiquei em estado de choque, porque não fazia ideia de que o material era tão bom. Gosto mesmo deste filme e tenho muito orgulho dele”, assegurou a atriz. No papel do latifundiário João Fernandes, um homem que vive para as suas terras, Albano Jerónimo tem uma das suas mais brilhantes interpretações. “A rodagem foi muito exigente. Nunca tinha feito um protagonista em cinema. Foram oito semanas de trabalho intenso. Este João Fernandes é alguém maior do que a vida, uma espécie de eucalipto que seca tudo à sua volta. É um homem com poder, egoísta e cobarde, uma trituradora de pessoas”, explicara-nos o ator dias antes, na apresentação da nova temporada da SIC. Nesta noite de emoções fortes, o produtor Paulo Branco elogiou toda a equipa, evidenciando o trabalho do realizador, Tiago Guedes, … “Este filme contou com uma equipa fantástica  http://caras.sapo.pt/famosos/2019-10-06-Personalidades-aplaudem-sucesso-do-cinema-portugues-alem-fronteiras.
Rui Cardoso Martins, “Deixem passar o homem invisível” e a …
https://onu-w-gov.blogspot.com/2011/08/rui-cardoso-martins-deixem-passar-o.html
09.08.2011 · Rui Cardoso Martins foi a Itália para escrever o livro: “Deixem passar o homem invisível”. Un italiano passou férias em Portugal, levou para Itália o livro e traduziu para o seu blog em italiano algumas das minhas ideias romanceadas por Rui Cardoso Martins.
ONU-W-GOV: Rui Cardoso Martins fans club, comentários e …
https://onu-w-gov.blogspot.com/2009/07/rui-cardoso-martins-fans-club.html
08.07.2009 · Este post pode ser um ponto de partida para um “Rui Cardoso Martins fans club”. Basta deixar um comentário aos seus programas de TV, artigos, livros ou filmes. Pode tornar-se uma forma de diálogo com o autor, deixar impressões que podem ser uma espécie de apontamentos de criatividade colectiva na continuidade das suas obras. Parto com …
1. ”O OSSO DA BORBOLETA” de Rui Cardoso Martins: 4 razões …
https://pebook-piresportugal.blogspot.com/2014/11/o-osso-da-borboleta-de-rui-cardoso.html
”O OSSO DA BORBOLETA” de Rui Cardoso Martins: 4 razões para escrever bem do seu quarto romance e 4 razões para não escrever nada… Tenho 4 razões para escrever um elogio do quarto romance de Rui Cardoso Martins, “O OSSO DA BORBOLETA”: 1) As críticas que li são muito positivas, apareceu a sua fotografia na capa e duas páginas do “JL, Jornal de Letras, Artes e Ideias”, nome …
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  1. Carta Aberta ou Mensagem Pública com dupla simpatia para com o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa e 2 sugestões:
    A primeira razão de particular simpatia para com o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa foi de o ver a ajudar os pobres sem tecto. Se não fosse a ajuda de familiares e pessoas amigas eu hoje estaria morto ou como aqueles pobres que visitou e ajudou.
    A segunda razão de simpatia para com o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa foi de ver a sua crítica ou opinião sobre o filme “A Herdade”. Simpatizamos com quem tem os nossos valores, as nossas ideias …
    Duas sugestões:
    1. Quando António Guterres esteve na política de Portugal a “Loja do Cidadão” de Benfica funcionava muito bem e em poucas horas resolvi burocracias que normalmente duravam várias semanas. A última vez que tentei resolver uma burocracia na mesma “Loja do Cidadão”, perdi mais de 10 horas em bichas, em dois dias e não consegui ser atendido. Pior de Portugal em 4 continentes onde trabalhei só conheci Itália antes de Berlusconi entrar em política, com bichas que chegavam a 12 horas, todas as semanas, para legalizar contratos falsos, como 100% de todos os artistas, bailarinas, alternantes e prostitutas que tralharam onde eu trabalhei cerca de 20 anos. Como Presidente da República não pode fazer pelas vergonhosas bichas na administração o que fez António Guterres em Portugal ou Berlusconi em Itália?
    2. Não recordo se comecei a trabalhar com 3 ou 4 anos. Certamente antes dos 5 anos. Desde então trabalhei ou estudei quase sempre, raramente tive férias, fui muito semelhante a Bill Gates que se considerou um “drogado do trabalho”. Não trabalhei como Berlusconi que com 74 anos disse que trabalhava cerca de 18 horas quase todos os dias. Mas imagino que trabalhei muito mais de um português que recebe €90.000 de reforma por mês. Aproxima-se o meu aniversário de 68 anos, recebo menos de €50 por mês de menos de 2 anos de trabalho na Suíça e Alemanha, não recebo nada de Portugal e Itália onde trabalhei a maior parte do tempo. Nem sempre paguei todos os impostos em Itália porque fiz como 100% de quem trabalhou onde eu trabalhei. Nem sempre paguei todos os impostos em Portugal, mas não creio que fui pior de quem trabalhou nas minhas circunstâncias. Passei mais de uma vez 6 horas nas bichas da administração pública. Não sei porque não há registos de quando trabalhei nas férias nos correios de Portugal antes do 25 de Abril. Depois passei a trabalhar mais legalmente, mas perdia o dobro, triplo ou mesmo quadruplo do tempo nas burocracias do que a trabalhar: por cada espectáculo que fazia aos fins de semana dos meus estudos, um trabalho de 3 a 5 horas com as viagens, tinha de andar de uma repartição pública para outra, com muitas viagens e bichas nas horas de aulas que me perturbavam muito mais os estudo do que os espectáculos. Não pode mandar pessoas inteligentes e criativas a aprenderem como na Suíça 100% dos artistas que trabalham onde eu trabalhei pagam todos os impostos com um hora de burocracias por mês em vez de várias vezes 6 horas por cada contrato em Portugal, ou todas as semanas nas bichas de Itália que podiam demorar 12 horas para “legalizar” contratos falsos em que 100% dos artistas que trabalhavam onde eu trabalhei pagávamos menos de 10% do que devíamos pagar? Por que razão Itália e Portugal não aprendem com a Suíça? Se me responder com autorização de publicar poderá fazer parte de um eBook em preparação que desde já terei muito prazer em oferecer se mostrar gosto em receber por email mesmo antes de ser publicado.
    Pode deixar um comentário a responder ou exprimir desejo de receber as antecipações do meu eBook. Pode também responder-me para o email piresportugal (at) hotmail.com e dar-me o email para onde enviar o meu eBook.
    Com os meus respeitosos cumprimentos
    Pires, (online: PiresPortugal, Pires Portugal, “Neo-Machiavelli”, SERIP magic shows).

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